Avaliação de brigadas de incêndios florestais em Unidades de Conservação

Português
SIF - Sociedade de Investigações Florestais
Viçosa
2013
O acesso a essa publicação foi autorizado pelo Centro de Inteligência em Florestas – CI FLORESTAS, detentor do site http://www.ciflorestas.com.br/

Descrição

R. Árvore, Viçosa-MG, v.27, n.1, p.95-101, 2003

Resumo:

O objetivo deste estudo foi determinar as condições de trabalho e o nível de treinamento das brigadas voluntárias de prevenção, o e combate aos incêndios florestais do Jardim Botânico de Brasília, da Reserva Ecológica do IBGE e da fazenda Água Limpa da Universidade de Brasília. Os estudos foram realizados no primeiro semestre de 2000 na sede das três brigadas, localizadas nas respectivas Unidades de Conservação, tendo como metodologia o emprego de questionários e entrevistas com os brigadistas e coordenadores. O conjunto de dados foi analisado para as três brigadas, mostrando que o melhor nível de treinamento e satisfação dos brigadistas foi encontrado na brigada da Reserva Ecológica do IBGE e o pior, na brigada da fazenda Água Limpa da UnB. As três brigadas não contam com equipamentos de proteção individual para todos os brigadistas, faltando também equipamentos de combate e ferramentas. Nenhuma brigada dispõe de máquinas para manutenção de estradas e aceiros. Somente a brigada da Reserva Ecológica do IBGE conta com caminhão-pipa para a área de combate. A brigada da fazenda Água Limpa foi a que apresentou maior participação em campanhas educativas junto ‡s comunidades do entorno. Pode-se concluir que, de maneira geral, as brigadas apresentaram bom nível de capacitação e treinamento, demonstrando que apesar da limitação de equipamentos e ferramentas tem conseguido debelar pequenos focos de incêndios florestais. O problema mais grave verificado nas três brigadas foi a falta de equipamentos de proteção individual para todos participantes de áreas de combate, gerando riscos de acidentes.

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